sábado, 19 de março de 2011

Que interesse têm as pessoas de destruir?

Porque será que as pessoas gostam de ver os outros à sua imagem,infelizes,tristes e sós.
Que interesse têm as pessoas em destruir?
Eu quereria o bem para os meus amigos e nunca tentaria desfazer um casamento.
Não faz sentido,eu ajudaria a tentar compôr.
Ou ficaria amigo,mas neutro,nunca ajudaria a destruir.
Nem inventaria esquemas para ajudar a desfazer o que não precisava de ajuda,mas sim de calma,ponderação e análise do que correu mal e se haveria hipotese de emendar os erros feitos pelo casal.
Sim,porque a menos que desde início houvesse um feitio leviano,pois estaria esse casamento acabado à partida,tudo se poderá remediar,haja vontade de ambas as partes.
A minha filha só me diz:
-Pai,tu é que sabes como resolver a tua vida,eu apoio-te em qualquer decisão que tomes e se falhar dou-te o meu ombro.(fizemos as pazes finalmente).
E só assim entendo a verdadeira amizade.
Apoiar o seu amigo nas horas más,mas não ajudar a destruir.
Quem vem contar coisas deste e daquele não procura construir,o boato ou a história,começa pequena e acaba uma novela de 300 páginas.
Por exemplo:
-Eu tenho vergonha de andar com a Mita na rua se souber que ela rouba alguma coisa numa loja.
Se omitirmos o resto ficará....Eu tenho vergonha de andar com a Mita na rua.
8 ou 9 anos depois sei lá se disse e se o disse,em que contexto.
Claro que há muita inveja da Mita morar em bela casa e aparentemente dar-se bem com o marido.
Obvio que para mentes tacanhas atirar abaixo convém.
Quando avisei que estavas à beira de uma depressão,chamaram-me ene nomes.
Eu era o gajo de Lisboa que tinha a mania que era bom,enfim.
O tempo,infelizmente deu-me razão.


Sonhei que agarrava o passado

Corri atrás dele,que se escondia por aqui e por ali,brincando de esconde esconde como quando eu era criança.
E toda a noite corri,em busca de um futuro no tempo que passou.
E o meu vizinho,bêbado que nem um cacho,apareceu e ajudou a procurar,trôpego,aos esses mas foi ele que o apanhou.
E com o passado nas mãos gritou-me....ESTÁ AQUI NA MINHA MÃO.
E eu vi que aquele passado não era o meu.
Porque o meu passado,descobri,ainda está a ser construido  no futuro que será presente e será sempre obra em construção.
FM

Vem